O PMDB não aceita ficar totalmente “pendurado” no projeto da candidatura presidencial da ministra Dilma Rousseff e quer que o governo articule um “plano B” para enfrentar as incertezas políticas provocadas pelo tratamento do câncer linfático a que se submete a chefe da Casa Civil. A cúpula do partido aguarda apenas que o presidente Lula retorne da viagem internacional, neste fim de semana, para cobrar uma alternativa a Dilma e regras que pacifiquem as disputas entre petistas e peemedebistas nos Estados.
O líder do PMDB na Câmara, Henrique Eduardo Alves ressalvou, no entanto, que a palavra final será do presidente. Dirigentes do partido avaliam que uma das apostas do Planalto está no STF, que pode livrar Antonio Palocci de processo penal no julgamento, marcado para 4 de junho, do caso envolvendo a violação de sigilo bancário do caseiro Francenildo. Independentemente da decisão do STF, que pode abrir espaço para a candidatura do deputado e ex-ministro da Fazenda, líderes do PMDB não desistem da ideia de converter o governador tucano de Minas, Aécio Neves, no “plano B” da sucessão. Aécio é o principal alvo do projeto de Henrique Eduardo Alves, que reduz de um ano para seis meses o prazo mínimo de filiação para candidatos às eleições de 2010.
segunda-feira, 25 de maio de 2009
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário